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Serviço de Dedetização de Barbeiros Zona Sul e Empresa de Dedetização de Barbeiros Zona Norte. Rio Grande do Sul.

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Introdução a Biologia das Barbeiros

Na Ordem dos hemípteros incluem-se insetos conhecidos como “percevejos-de-cama, percevejos-de-mato, Barbeiros e barata d’água. A maioria dos hemípteros nutre-se de seiva vegetal, muitos deles são predadores de outros insetos e outros poucos são hematófagos. Dentre os de importância médica estão os percevejos de cama (família Cimicidae) e os Barbeiros (família Reduviidae, subfamília Triatominae). A família Reduviidae contem entomófagos (predadores de outros insetos) e hematófagos obrigatórios. Reconhece-se no geral estes insetos pelo exame da forma e relação do comprimento do aparelho bucal, denominado probóscide ou bico. Fitófagos têm probóscide reta e longa, que ultrapassa o primeiro par de pernas. Os predadores e hematófagos possuem probóscide curta que não ultrapassa o primeiro par de pernas e a extremidade distal desta repousa num sulco longitudinal do prosterno. A probóscide curta e curva tende a caracterizar um hemíptero predador e a probóscide curta e reta, um triatomíneo hematófago.


Habitat dos Barbeiros

A América do Sul é a pátria dos triatomíneos; em nenhuma outra região faunística a abundância iguala-se à Neotropica, distribuindo-se entre as latitudes 40°N e 46°S do Sul dos EUA à Patagonia Argentina. Há 14 gêneros, três dos quais, a saber, Triatoma, Panstrongylus e Rhodnius, são de grande realce epidemiológico.

Os “Barbeiros” podem viver nos ambientes silvestre, peridomicilar e domiciliar. No peridomicílio, os refúgios correspondem a estábulos, chiqueiros, galinheiros e pombais; e no domicilio, em frestas de paredes de casas de barro batido ou em folhagens de palmeiras usadas para a cobertura de tais habitações, mas também podem refugiar-se nas casas melhor construídas, em fendas de paredes, nos móveis, em malas e baús, colchões e camas de todos os tipos.

Os ecótonos silvestres podem ser as habitações dos mamíferos como macacos, tapetis, tatus, gambás e catitas, ratos, morcegos, irara, gatos e cachorros do mato, ou alto das palmeiras e troncos ocos. No Brasil, considerando-se a distribuição atual da domicialiação triatomínea, pode-se verificar sua associação aos espaços abertos. Estes podem ser classificados como naturais e artificiais.

Os primeiros estão essencialmente situados nos domínios paisagísticos das caatingas, dos cerrados, totalmente incluídos em território brasileiro, e das pradarias mistas subtropicais pertencentes à paisagem que se estende além desses limites. Os outros são os originados da ação antrópica resultando em expansão da paisagem aberta principalmente em virtude da devastação da cobertura florestal do domínio tropical atlântico.

Apesar da tentativa de aplicação do modelo de refúgios paleoecológicos e da existência de centros de endemismo às quatro espécies de domiciliação epidemiologicamente significante, Triatoma sordida, Triatoma brasiliensis e Triatoma pseudomaculata parecem ter seus centros de endemismo nos espaços abertos dos cerrados e das caatingas, enquanto o Panstrongylus megistus teria tido sua origem nas florestas do ambiente tropical atlântico. Quanto ao Triatoma infestans, sua área endêmica estaria localizada em território boliviano, de onde se dispersou e continua se dispersando pela ação do homem.

A invasão domiciliar obedece a um mecanismo oportunista propiciado por vários estímulos de abrigo e alimentação. Uma vez instalada, a domiciliação permite não apenas a sobrevivência, mas também a dispersão da espécie. Esses conceitos devem ser levados em conta nas campanhas de controle, uma vez que a probabilidade de sucesso aumenta com essa especialização do triatomíneo. A continuidade da ação antrópica (homem) sobre o ambiente, atualmente intensificada na região do domínio equatorial amazônico, resultará na expansão dos espaços abertos. Assim sendo, à custa de espécies locais ou de espécies introduzidas, poderá ocorrer a domiciliação triatomínea, como problema de saúde pública, em região onde ainda não foi assinalada.


Prevenção de Barbeiros

Os triatomíneos podem ser controlados através de substâncias como hormônio juvenilizante, estimuladores de crescimento, inibidores de quitina, e inseticidas; depende do incentivo de pesquisas sobre controle biológico e também de investimentos sociais tais como, melhoria habitacional e educação sanitária.

O hormônio juvenilizante é um método ainda em fase de teste. Basicamente, ele mantem os “Barbeiros” sexualmente imaturos até o quinto estádio ninfal. Porém, apresenta algumas desvantagens, como a redução lenta do número de insetos e o fato dos triatomíneos continuarem se alimentando mesmo afetados pelo hormônio.

Já os estimuladores de crescimento agem nas ninfas de quarto estádio produzindo adultos sem o amadurecimento sexual, impedindo desta forma a reprodução desses insetos. Os inibidores de quitina estimulam a má-formação dos triatomíneos, deixando-os suscetíveis a ação dos predadores, pois há a interferência na produção de quitina que é essencial para a formação do exoesqueleto no processo de ecdise.

A melhoria habitacional abrangeria não apenas o domicílio, mas também o peridomicílio. Diferentes técnicas de construção simples e de baixo custo têm sido desenvolvidas, como a obtenção de tijolos mais resistentes que o adobe e o barro utilizados. No entanto, apenas a melhoria em si não é suficiente para o controle do “Barbeiros”. É necessária uma mudança de comportamento dos moradores da residência. Estudos demonstraram que as casas de alvenaria recém-construídas podem ser rapidamente colonizadas por triatomíneos, desde que sejam mantidas a desorganização (sujeira) interna e os esconderijos do mesmo.

Outro método de prevenção é o controle biológico. Este não possui a finalidade de eliminar os triatomíneos, mas a manutenção do equilíbrio entre a população e os seus predadores. Foram identificados diversos animais que naturalmente parasitam ou predam os triatomíneos como: fungos (exemplo: Metarrhizium anisopliae), micro-hemípteros (insetos dos gêneros Telenomus e Ooencyrtus), além de formigas, micro-ácaros e aranhas.

Finalmente, há os inseticidas organoclorados e piretróides que correspondem ao método barato e rápido. Sua aplicação acarreta o decaimento rápido da população intradomiciliar, obtendo-se a negativação das casas em pouco tempo e a interrupção da transmissão vetorial. Todavia, os organoclorados possuem um efeito residual, não são biodegradáveis e, por isso, o uso contínuo na agricultura levou a casos de intoxicação animal e humana (hemorragia capilar cerebral, hepática e renal) e ao desequilíbrio biológico. Por isso a Organização Mundial da Saúde criou uma lei (Portaria Ministerial n° 356, de 14/07/71) proibindo o uso agropecuário dos inseticidas organoclorados.


Doença de Chagas

“Todas as espécies de triatomíneos são vetores potenciais do Trypanosoma cruzi, mas apenas em alguns poucos casos, todas as condições necessárias são preenchidas para transformar uma espécie potencial em um real e efetivo transmissor da doença de Chagas humana”, essas condições são: adaptação à habitação humana, alto grau de antropofilia, curto espaço de tempo entre hematofagia e defecação e larga distribuição geográfica dos agentes.

Os gêneros Panstrongylus, Triatoma e Rhodnius possuem importância epidemiológica, pois são os vetores do agente etiológico, Trypanosoma cruzi, que causa a doença de Chagas, também conhecida como Tripanossomíase americana ou Esquizotripanose.

O Trypanosoma cruzi é um protozoário da família Trypanosomatidae. Neste parasita obrigatório constatam-se as seguintes características: presença de flagelos e de cinetoplasto (mitocôndria especializada rica em DNA), além da alternância de formas celulares no seu ciclo (adaptação fisiológica ao ambiente específico). Este ciclo é classificado como heteroxênico, pois o parasita passa por uma fase de multiplicação intracelular no hospedeiro vertebrado (homem e mamíferos) e extracelular no inseto vetor (triatomíneos). As formas principais encontradas durante seu ciclo de vida são: epimastigota (forma alongada com cinetoplasto justanuclear), tripomastigota (forma alongada com cinetoplasto posterior ao núcleo) e amastigota (forma oval ou arredondada com cinetoplasto curto).

Nos hospedeiros invertebrados o ciclo começa com a ingestão dos tripomastigotas. Após isto, o tripomastigota passa para a forma esferomastigota (forma arredondada com o flagelo circundando o corpo) no estômago. Este, então, passa para a forma epimastigota no intestino, onde se multiplica por divisão binária. Finalmente no reto se transformam em tripomastigotas metacíclicos que são eliminados pelas fezes.

As fezes dos triatomíneos contaminadas com os tripomastigostas entram em contato com o vertebrado, permitindo a penetração do protozoário pela lesão da picada. Desta maneira, eles invadem os leucócitos e macrófagos, células de defesa, onde se trasformam em amastigotas que sofrem multiplicação. Depois dessa etapa, ocorre a liberação dos tripomastigotas no sangue.

A doença de Chagas, também, é considerada um dos problemas mais importantes de saúde na América Latina, com cerca de 9 a 14 milhões de indivíduos chagásicos, 60 milhões vivendo em risco e cerca de 20.000 caso/ano em 18 países da América do Sul e Central. No Brasil, é uma endemia que atinge aproximadamente oito milhões de habitantes, sendo uma das principais causas de morte súbita que pode ocorrer na fase reprodutiva de um indivíduo.

A doença de Chagas possui vários mecanismos de transmissão:

a) Pelo vetor: penetração das formas presentes na urina/ fezes na lesão ocasionada pela picada do “Barbeiros” (maior importância epidemiológica).

b) Transfusão sangüínea: 2º mecanismo em grau de importância epidemiológica.

c) Transmissão Congênita: mais de 100 casos descritos no Brasil e no Chile; ocorre quando há ninhos de amastigotas na placenta que liberam tripomastigotas para a circulação do feto.

d) Acidentes de laboratório: ocorre quando há acidentes com pesquisadores e técnicos que trabalham com o parasita; podem acontecer contaminações através da pele lesada, mucosa oral, auto-inoculação, entre outras maneiras.

e) Transmissão oral: pela amamentação; canibalismo entre animais; pessoas ingerindo
alimentos contaminados com fezes ou urina de triatomíneos infectados (caldo-de-cana
e açaí)-penetração pela mucosa da boca íntegra ou lesada.

f) Transplante de tecidos contaminados por amastigotas.

Comumente se atribui o nome de Barbeiros ao triatomíneo transmissor da doença de Chagas ao homem, ao fato do inseto picar principalmente a face por ser a mesma mais acessível, em virtude de permanecer descoberta durante o sono. A associação de face com barba teria dado origem à denominação de Barbeiros. Esta explicação, no entanto, não parece correta. O próprio Carlos Chagas que a mencionara em seu primeiro artigo escrito em alemão, em 1909, descartou-a no trabalho seguinte, escrito em português em 1910, e concluiu que o nome de Barbeiros estaria relacionado com a função deste profissional de praticar sangrias e aplicar sanguessugas no passado.

Na história da medicina brasileira dos tempos coloniais, o profissional Barbeiros, além de cortar o cabelo e a barba, era um profissional da medicina, cabendo-lhe, entre outros misteres, praticar a sangria, então usada como panacéia para todas as doenças. Em numerosas vilas e povoados, o Barbeiros foi, por muito tempo, o único profissional da medicina existente, conforme registra o historiador Lycurgo Santos Filho.

A literatura médica realça a espoliação de sangue como um dos aspectos mais importantes na transmissão vetorial da doença de Chagas. O inseto, ao sugar o sangue de sua vítima, imita o profissional Barbeiros quando este realiza uma sangria e não quando corta a barba de seus clientes. Embora aceita pela maioria das instituições oficiais de saúde, os autores discordam da interpretação de atribuir o nome de Barbeiros dado ao inseto por ele picar mais vezes a face e defendem a que foi dada por Chagas em seu trabalho de 1910, segundo a qual o nome procede da prática da sangria por aquele profissional no passado.

A doença de Chagas é caracterizada por três fases pelo doente:

1) Fase aguda (pode ser sintomática ou assintomática): se manifesta quando o T. cruzi penetra na conjuntiva (sinal de Romanã) ou na pele (chagoma de inoculação). O sinal de Romanã é caracterizado por edema bipalpebral unilateral, congestão conjuntival, linfadenite-satélite, com linfonodos pré-auriculares, submandibulares e outros aumentados de volume, palpáveis, celulite do tecido gorduroso periorbitário e palpebral e presença de parasitas intra e extracelulares em abundância. Outras manifestações gerais são: febre, edema localizado e generalizado, poliadenia, hepatomegalia, esplenomeglia e, às vezes, insuficiência cardíaca e perturbações neurológicas.

2) Fase crônica (assintomática): as lesões são muito discretas e podem permanecer assim por vários anos.

3) Fase crônica (sintomática): a sintomatologia está relacionada com as 3 formas:

-Cardíaca: ocorre em 20 a 40% dos pacientes do centro-oeste e do sudeste. Os sintomas apresentados pelos pacientes são: insuficiência cardíaca devido a diminuição da massa muscular por fibrose, edema e cardiomegalia;

-Digestiva: atinge de 7 a 11% dos casos. Os doentes apresentam falta de coordenação motora, megaesôfago e megacólon e, ainda, sintomas como dor, regurgitação, soluço, tosse, dificuldade e dor para engolir;

– Nervosa: há alterações psicológicas, perda de memória (perda de neurônios).

A evolução da cardiopatia crônica é variável, dependendo principalmente da atividade da infecção. A sobrevida é geralmente longa; entretanto, a maioria dos doentes morre antes dos 50 anos de idade. O prognóstico depende principalmente do grau de aumento do coração e da redução de sua capacidade funcional, do tipo de arritmia presente e do potencial evolutivo da infecção crônica. A morte súbita é muito comum nesta cardiopatia; a maioria dos doentes, porém, morre de insuficiência cardíaca.

Não se dispõe ainda de medicamento eficaz para o tratamento etiológico da doença de Chagas. No tratamento da insuficiência cardíaca da cardiopatia crônica da doença de Chagas obtêm-se frequentemente melhores resultados com a estrofantina ou a ouabaina.

Um método eficaz para a detecção do T. cruzi em pessoas e animais infectados é o xenodiagnóstico. Este método introduzido por Brumpt em 1914 é largamente empregado ainda nos dias atuais no diagnóstico da doença de Chagas. A multiplicação do T. cruzi no trato digestivo do triatomíneo permite sua detecção nas fezes ou na urina dos insetos alimentados com sangue do paciente ou de animais suspeitos após um período 1 a 3 meses. Sua utilização, entretanto, pode ocasionar reações alérgicas decorrentes da saliva dos triatomíneos levando à rejeição do exame pelo paciente, com certa frequência.

A doença de Chagas sempre existiu em ambiente silvestre nos animais classificados como vetores intermediários. Com a destruição do ambiente natural a doença “migrou” para os centros urbanos e rurais, e, assim, para o ser humano.

De modo geral, pode-se afirmar que animais silvestres naturalmente infectados não demonstram sinais e sintomas de infecção, dando a impressão de que esses tipos de tripanosomas não são patogênicos. Isto se deve devido ao exame desses animais na fase crônica, na qual foram observados sintomas discretos ou inexistentes, lesões de difícil observação. É o que se depreendeu, por exemplo, dos resultados das investigações de tripanosomas de gambás.

Há diferentes espécies de tripanosomas que parasitam diversos animais. Um exemplo é o Trypanosoma rangeli, parasita hemoflagelado, que infecta diversas espécies de hemípteros hematófagos e mamíferos, inclusive o homem. Este protozoário não é considerado patogênico para hospedeiros vertebrados que são infectados pelo vetor (“Barbeiros”), principalmente por triatomíneos do gênero Rhodnius.

No homem e em reservatórios domésticos ou silvestres, a parasitemia é baixa e de curta duração, existindo controvérsias relacionadas com sua reprodução. Nos hospedeiros invertebrados naturais invade o hemocele e multiplica-se na hemolinfa, nos hemócitos e, posteriormente, nas glândulas salivares, podendo lesar o intestino, os túbulos de Malpighi, cutícula, traquéia, glândulas salivares e sistema nervoso.


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